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2011/07/10

2011/06/22

Doutorados em FM, Atrium e Asia. O quê?

À semelhança da nova vaga de emigração vivida pelos nossos patrícios, os Atrium, pretendem conquistar o mercado internacional. Porquê? Porque para as “cabecinhas pensadoras” e criadoras das airplays das rádios generalistas, alguns géneros musicais são fronteiras estabelecidas e isoladas, que separam o que é comercial (de qualidade dúbia) do que para tais criaturas, é desinteressante para o ouvinte por ser rotulado de muito elaborado e por cada faixa ter extenso tempo de duração. Por esse motivo, não admira que bandas com história escrita e firmada no rock progressivo e com numerosos hits, apenas são recordados temas de curta duração, como: «Another Bick in the Wall (part 2)» (Pink Floyd), «Owner of a Lonely Heart» (Yes) ou «Invisible Touch» (Genesis). Canções emblemáticas dos álbuns «Foxtrot», «Selling England by the Pound» ou «The Lamb Lies Down on Broadway» (Genesis), «Meddle» ou «Animals» (Pink Floyd) e «Drama» (Yes) são relegados pelos “doutores” do FM. Ciente disso, a banda de Cascais, através do circuito independente de promoção, distribuição e venda, tem dado a conhecer «2011», álbum de estúdio editado em Março, o qual foi apresentado na Aula Magna, no período de aclimatação para os Asia.

Iniciando a actuação com uma parte de um tema a incluir no próximo álbum, Rui Godinho (voz e teclas), Pedro Cravo (guitarra), Carlos Martins (baixo) e Sérgio Campos (bateria), não acusaram a responsabilidade de proceder às individualidades que fizeram parte dos Buggles, Emerson, Lake & Palmer, King Crimson e dos Yes. Durante a estada em palco, os ATRIUM prenderam a atenção do auditório, pautando por sonoridade idêntica ao registo discográfico e excelente captação sonora. No final de «Citizen of the World», sentiam-se felizes pela aceitação do público que desconhecia a obra do grupo e pelo privilégio raro, de assegurar a primeira parte do tão aguardado concerto, agendado para a última Sexta-feira primaveral do ano.
Ao som de chuva, de relâmpagos e de órgão de igreja, eis os ASIA em palco, interpretando «I Believe» e «Only Time Will Tell», onde o ritmo é demarcado pelo baixo de John Wetton, com projecção de imagens do video-clip, datado de 1982. Decorridos cinco temas, o virtuoso Steve Howe, fica sozinho no palco para oferecer um recital de guitarra acústica, o qual foi bem recepcionado pela assistência. Seguiu-se «Don´t Cry», somente com Wetton e Geoff Downes com 8 sintetizadores (actuando em pé de costas para o público), com a assistência a formar um enorme coral para entoar o refrão.

A prestação dos Ásia, evoluiu e cresceu a partir do décimo tema, «Wildest Dreams». Interligando a composição e a improvisação, como se ambas fossem de fácil coabitação, em «The Heat Goes On», Carl Palmer presenteou-nos com um magnífico solo de bateria de 10 minutos, que nunca pecou por excessivo ou monótono. Com grande amplitude de movimentos, o baterista que tocou com dois bombos, coloca uma baqueta sobre o prato de choque e, com a outra desfere o ritmo no mesmo prato, sem provocar a queda da baqueta em descanso. Durante o solo repleto de liberdade e habilidade, uma espectadora disse: “entre aquela grandiosa bateria, se tivesse mais tambores e pratos para tocar, nenhum lhe escapava, porque ele trata a bateria por tu”. Generoso, o público brindou o instrumentista com vénias. “Vamos tocar a última música – «Sole Survivor» – o nosso tema preferido”, anuncia o suado e agradecido Palmer.
A actuação que se prolongou por 1h45m, sem deslumbrar, cumpriu, com a temperatura a subir em «Heat of the Moment», 16º tema do alinhamento que preencheu o encore, com um final assegurado à capella, entre o público e Wetton, despedindo-se com a seguinte frase: “obrigado pela fantástica noite que nos proporcionaram”.


Blá-blá-blà: Ghost4u
Tiro ao boneco e Penetra habitual: *©OsMi©_KeY§*_®
2011-VI-20

2011/06/16

É já amanhã


Portugal tem feito parte do roteiro de imigração. Começou por ser seleccionado por africanos e sul-americanos. Após a separação do bloco soviético, manteve protagonismo, ganhando novos habitantes oriundos do leste do Velho Continente e do continente asiático. Presentemente, este pequeno território vive em contra-ciclo com a imigração, porquanto, verificando-se que os nossos pobres estão a ficar mais pobres do que os pobres estrangeiros que viram no nosso país um horizonte de esperança social, não só tem perdido imigrantes como volta a ver os seus conterrâneos a emigrar.

Enquanto isso, no plano turístico, o nosso país, ao oferecer cenários dissemelhantes numa pequena porção de terra, mantém-se na rota das descobertas, sendo visitado, especialmente, por cidadãos da aldeia global, que viajam em charter, procedentes de França, Alemanha, Itália, Reino Unido, dos países escandinavos, das Américas e do Japão. Neste capítulo, um grupo de turistas traçaram um itinerário mundial, denominado Omega Tour, celebrando quase três décadas de existência. Esse grupo é a formação inicial e a mais apreciada dos Asia, constituída por membros dos Yes (Steve Howe, guitarrista), dos King Crimson (John Wetton, vocalista e baixista), dos Buggles (Geoff Downes, teclista) e de Emerson, Lake & Palmer (Carl Palmer, baterista), que aproveitando a vaga do pós-punk do início dos anos 80 e sem ficarem cativos na sonoridade do rock sinfónico, conseguiram a proeza de colocar o LP de estreia (Março de 1982), na liderança da tabela de vendas norte-americana durante dois meses.

Sexta-feira, dia 17, às 21h30, os ASIA actuam na Aula Magna, em Lisboa. A primeira parte será assegurada pela Atrium - promissora banda de rock progressivo - sobe ao palco às 20h15, apresentando temas do álbum «2011».

(texto por Ghost4u in AAP)



Recordo que o Culto já havia avançado este evento

2011/06/12

Dio

"They you´re beautiful
And they´ll always let you in
But doors are never open
To the child without a trace of sin"

Este foi certamente um dos trechos que mais escrevi nos meus cadernos de escola, e nas carteiras, uma parte de uma das baladas mais belas do Heavy Metal na minha opinião "All The Fools Sailed Away".



Dio "Dream Evil"
Formato: Lp 33rpm / Ano: 1987

Quo


Status Quo "Quo"
Formato: Lp 33rpm / Ano: 1974

Slade



Slade "Alive!"
Formato: Lp 33rpm / Ano: 1972

Banda de renome na era do Glam Rock que teve o seu ponto alto no inicio dos anos 70.

Zoo



Conjunto Zoo "Zoologia"
Formato: Ep 45rpm / Ano: 1968

Lita Ford


Lita Ford "Stiletto"
Formato: Lp 33rpm / Ano: 1990

Talvez o seu registo mais fraco de toda a sua carreira a solo, a rainha do Hard Rock chegou a ser considerada acaba por breves momentos dar um passo atrás na sua carreira bem sucedida principalmente nos EUA.

Antes fizera parte das Runaways, banda feminina da segunda metade da década de 70, onde para além dela sairia outra bem sucedida Rocker de nome Joan Jett.