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2012/03/04

Phoenix



Phoenix "Carlinhos - O Maior"
Formato: Single 45rpm / Ano: 1984

Banda de rock nacional com um som a roçar o Hard Rock praticado por cá.
Trata-se de um single algo procurado pelos coleccionadores de rock nacional.



Hoje Há Rock


Semáforo "Hoje há Rock no liceu"
Formato: Single 45rpm / Ano: 1982

Banda da Amadora , com formação no ano de 1979 , começaram por se chamar FM mas logo alteraram o nome para Semáforo. A letra era de Manuel neto que é actualmente o vocalista da banda Dr.Salazar, a musica de Carlos Santos que pertenceu aos saudosos Doutores & Engenheiros.


Bico D´Obra


Bico D´Obra "Portugal os fora da lei"
Formato: Single 45rpm / Ano: 1982

Um tema bem actual a fazer juz á situação do pais, o qual 30 anos depois parece não ter havido alterações.



Os Ekos


"Esquece"
Formato: Ep 45rpm / Ano: 1965


"I Saw That Girl" 
Formato: Ep 45rpm / Ano: 1967


"Sol e Paz"
Formato: Ep 45rpm / Ano: 1970


Bio:

Formados em 1963, em Lisboa, Os Ekos são uma das referências mais importantes daquilo que ficou conhecido como o “yé yé”. Na origem d’ Os Ekos esteve o vocalista Edmundo Falé, vindo dos Baby Twisters, outro grupo lisboeta, e as suas origens estavam na zona de Campo de Ourique. A formação inicial incluía , ainda, Mário Guia (bateria), António Joaquim Vieira (baixo), Joca Santos (guitarra ritmo) e João Camilo Júnior (guitarra solo). Em 1964 conhecem o cantor dos britânicos Shadows, em Albufeira. Cliff Richard (que ainda hoje mantém residência no Algarve e se encontra ligado ao negócio dos vinhos dessa região) torna-se amigo dos membros do grupo. Como Os Ekos gostavam muito dos temas de Cliff e os Shadows contrataram um segundo vocalista, Zé Luís, que cantava todas as canções da banda inglesa, que o público pedia nos seus espectáculos. Edmundo Falé abandona Os Ekos, ainda em 1964, e junta-se ao Conjunto Mistério, outra famosa banda da época, que estaria na origem do Quarteto 1111. Em 1965 editam o seu primeiro EP, após conseguirem contrato discográfico com a etiqueta Alvorada, que contém o tema “Esquece”, uma versão de “Hold On” de P. J. Proby. O disco ainda continha os temas originais “Os Tristes Olhos”, “Lamento Aos Céus” e “Ilusão”. Nos espectáculos, ao vivo, prara além de tocarem alguns originais, Os Ekos faziam versões dos Rolling Stones, Beatles ou Animals e tornaram-se muito famosos por isso mesmo. Um novo EP, que incluía os temas “Diz Que Me Amas”, “O nosso Amor Terminou”, “Hoje, Amanhã E Sempre” e “Mentira” é lançado em 1965. Em 1966 sai novo EP , desta feita com temas totalmente originais da banda: “Só”, “Oh! Isabel”, “Vou Ficar Sem Ti” e “À Espera Da Nossa Vez”. Em 1966 a banda sofre remodelação de elementos devido ao serviço militar obrigatório relacionado com a guerra colonial e apenas restam, da formação original, Mário Guia e João Júnior. Para os lugares dos restantes elementos entram Zé Nabo, Luís Paulino e Tony Costa. Este último fica encarregado das teclas e a banda sofre, também, uma evolução no seu estilo musical enveredando por temas originais cantados em inglês e uma sonoridade mais “beat”. Em 1966 é editado um novo EP com 4 temas , entre os quais “Secret Love” e “Baby On My Mind”. Em 1967 editam outro EP com os temas “I Saw That Girl”, “A Place In Your Heart”, “Nova Geração” e “We’re Gonna Be Free”. Após terem aceite acompanhar Magdalena Pinto Basto, uma nova estrela da sua editora, nas gravações do EP de estreia da cantora, João Júnior decide ir viver para Angola e apenas Mário Guia ficou como elemento da formação original, tendo decido terminar com a banda. Pouco depois tornar-se-ia empresário dos Objectivo, uma das bandas mais importantes do cenário Rock português. No início dos anos 70, alguns elementos de Os Ekos resolveram reformar a banda e incluir nela uma secção de metais, à maneira de bandas como os Chicago ou os Blood Sweat And Tears. Mário Guia não aceitou participar nesta nova aventura. A banda é , agora, constituída por Joca Santos, António Vieira, Zé Luís, Carlos Teixeira e Franklin Simões. Em 1970 gravam o último EP do grupo, o qual inclui os temas “Sol E Paz”, “Ardentemente”, “Habitat 736” e “Verdade”. Mário Guia ainda estaria ligado à música por muitos anos , já que foi ele o homem que abriu o Rock Rendez Vous, durante muito tempo a sala mais importante do circuito Rock nacional.



2012/02/12

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2012/02/05

Unsilent (tape)



Unsilent "Wearing Black"
Formato: Tape / Ano: 1990

Recordação para uma banda nacional já extinta.

Prólogo ... Eureka





Prólogo "Eureka!!!"
Formato: Single 45rpm / Ano: 1977

Banda de traços progressivos muito à semelhança de uns Petrus Castrus com o tema "Evolução" e Ananga Ranga com o instrumental "Eureka!!!". A banda apresentava-se com uma boa secção de percussão pelas mãos de Pedro, sendo que o elemento talvez mais carismático, se assim se pode dizer, da banda era o vocalista Adão que além de vocalista tinha a seu cargo a guitarra eléctrica e acústica, os restantes elementos Eduardo no baixo, Jorge na guitarra eléctrica, piano a cargo de Anibal e na bateria Carlos. 

Pouco mais se sabe da banda para além desta edição rara e procurada pelos melómanos nacionais.

Os Claves



Os Claves "Keep On Runnin"
Formato:Ep 45 rpm / Ano: 1966

"Como se sabe, os Claves foram os grandes vencedores do Concurso de Yé-Yé organizado pelo Movimento Nacional Feminino, com o apoio do jornal "O Século", no Teatro Monumental, em Lisboa, em 1965 e 1966. Para chegar ao lugar cimeiro do podium, os Claves, que então se chamavam Saints, eliminaram os Sombras da Parede (Parede), Bárbaros (Arcos de Valdevez), os Blusões Negros (Vila Nova de Gaia) e os Cometas (Beja), na 12ª eliminatória, realizada no dia 13 de Novembro de 1965, mas ficaram abaixo dos Espaciais (Porto), em termos de pontuação - 34,5 contra 36,5. Conseguiram vencer a 2ª meia-final, no dia 15 de Janeiro de 1966, batendo os Jets (Lisboa), Tubarões (Viseu), Cometas Negros (Castelo Branco), Kímicos (Lisboa) e Boys (Coimbra). Para a final, os Saints mudaram a sua designação para a mais bem portuguesa de Claves. Os Claves editaram dois EPs, um para a Marfer ("Keep On Running", "Where Have All The Good Times Gone", "Fare Thee Well", "Crer"), outro para a Alvorada, "California Dreaming", "Somebody Help Me", "Daydream", "Sha La La Lee". (Fontes: O Século, Diário Popular, Flama e Rádio & Televisão) (IN blog ié ié)

2012/01/31

A Visitar


ROCK ON… (sinopse)                                           

Uma viagem ao rock "Made in Portugal" com a exibição do documentário MEIO METRO DE PEDRA de Eduardo Morais que revisita a história da contracultura do rock'n roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos das, acompanhada pela exposição de capas de discos de vinil ROCK PORTUGUÊS EM 101 DISCOS DE VINIL de António Manzarra e finalmente um concerto único e em formato acústico do projectoSIDEWALKERS, que estiveram no Festival Paredes de Coura e Festa do Avante 2011 e foram considerados banda Novos Talentos FNAC em 2009.


HORÁRIO:

21.30h - MEIO METRO DE PEDRA exibição documentário

22.30h - ROCK PORTUGUÊS EM 101 DISCOS DE VINIL exposição

23.00h - SIDEWALKERS concerto acústico




SIDEWALKERS >>>>>>
Banda Novos Talentos FNAC 2009, editou em Maio deste ano o álbum de estreia Black Room Feel tendo sido muito bem recebido pela crítica e público em geral. A Fnac deu-lhes destaque no mês de Junho e participaram nosFestivais Paredes de Coura, RockWall, SHE e na Festa do Avante entre uma série de outros concertos e fizeram parte da banda sonora do filme curta-metragem Perdido e Achado de Victor Santos em 2009.




MEIO METRO DE PEDRA >>>>>>
Documentário sobre a contracultura do rock’n’roll em Portugal desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias. Na década de 60, inspirados por bandas como os Shadows, Bill Haley ou os Beatles, cerca de 3000 conjuntos de norte a sul de um país sob o alçada de Oliveira Salazar abalaram as editoras inconscientes deste som emergente. Uma visão diferente e alternativa da história do rock'n roll em Portugal vista por Eduardo Morais que conta com a participação de Victor Gomes, Daniel Bacelar, Adolfo Luxuria Canibal, Henrique Amaro, Phil Mendrix entre outros




ROCK PORTUGUÊS EM 101 DISCOS DE VINIL >>>>>>
Visão pessoal e subjectiva do rock “made in Portugal” retratada em 101 capas de discos de vinil, a partir da colecção privada de António Manzarra, abordando toda a sua história desde o início do rock’n roll nos anos 60, passando pelos gloriosos anos 80 até aos dias de hoje. Porque o rock em Portugal começou ainda antes do “Pai” Rui Veloso ter nascido, nela poderemos contactar com outras edições (algumas raras outras verdadeiras peças de arte) de bandas (algumas alternativas) como Zeca do Rock, Daniel Bacelar, Quarteto 1111, AnarBand, Psico, Cães Vadios, Mão Morta, Ocaso Épico, etc.



+ INFOS:


2011/12/21

BOAS FESTAS


Muita saúde acima de tudo com trabalho à mistura pois a vida não está fácil.